Eu sei , não tive culpa
Mas coloquei razão
Acima da evidencia
Como um tolo
Tao fraco que mal posso me levantar
Pois sua força de imposição é forte
E não me deixa pensar ou reagir
Agora há um outro porco na lama
Outro desprezível ser, colocado vivo
Dentro de sua Propria existência
Dentro de si mesmo , de sua maldição
De sua mente desregulada e confusa
Cheia da culpa que não tem nem nunca teve
E o resultado é uma mente conturbada
Prisão de pensamentos perpétuos e absolutos
E bebendo da fonte do amor falso
Fui atingido por trás, por um punhal de
Vergonha de mim mesmo , e culpa
Culpa por te amar, vergonha de te trair
Vergonha de ser traído
Vergonha de amar, ou então de ter amado
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